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POLITICA - Caiado vira chacota nas redes após sabatina no Jornal Nacional

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POLITICA - Caiado vira chacota nas redes após sabatina no Jornal Nacional
POLITICA - Caiado vira chacota nas redes após sabatina no Jornal Nacional (Foto: Reprodução)

O que poderia se tornar o ponto de virada na candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República resultou em um grande vexame, no qual o candidato do PSD ignorou perguntas, foi grosseiro e flertou com o autoritarismo durante sabatina no Jornal Nacional desta terça-feira (25).

Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, foi o segundo entrevistado do Jornal Nacional, que iniciou nesta semana uma série de entrevistas com postulantes ao Palácio do Planalto.

Foram muitos momentos constrangedores. Em um deles, a jornalista Renata Vasconcellos questionou Caiado sobre sua proposta para os aposentados, e ele respondeu: “Não estamos em uma banca examinadora.”

A vexaminosa entrevista de Caiado no Jornal Nacional, por óbvio, virou motivo de chacota nas redes. Confira as principais reações abaixo:

Caiado tenta lacrar com anistia a golpistas do 8 de Janeiro e leva invertida no Jornal Nacional

O ex-governador de Goiás e candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, foi o segundo presidenciável a ser entrevistado pela bancada do Jornal Nacional, na Globo.


Ao longo da entrevista, Caiado evitou responder de maneira objetiva às perguntas de César Tralli e Renata Vasconcellos e concentrou sua fala em críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao candidato do PL, Flávio Bolsonaro.


Anistia aos golpistas do 8 de Janeiro


Na primeira parte da entrevista, Caiado foi questionado pelos jornalistas sobre sua proposta de anistiar os golpistas do 8 de Janeiro e confirmou que pretende, inclusive, beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.


Ao defender a anistia aos golpistas do 8 de Janeiro, Caiado fez referência à anistia concedida por Juscelino Kubitschek a militares envolvidos na Revolta de Jacareacanga, em 1956, uma tentativa de derrubar seu próprio governo liderada por oficiais da Aeronáutica, entre eles o major Haroldo Veloso e o capitão José Chaves Lameirão.


“O mesmo que Juscelino Kubitschek, 50 anos atrás, dia 22 agora […] eu quero governar, ninguém aguenta mais essa polarização.”


Em seguida, Renata Vasconcellos lembrou a Caiado que parte dos militares anistiados por Juscelino posteriormente participou ou apoiou o golpe de 1964.

POSTADA POR GOMES ILVEIRA

FONTE - REVISTA FÓRUM



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