MORADA NOVA - Professora é agredida por responsável por aluno em escola pública de Morada Nova
POLICIA
Uma professora foi agredida por um responsável por um aluno em uma escola pública no distrito de Aruaru, em Morada Nova, no Vale do Jaguaribe. O caso foi registrado no último dia 19.
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) informou, na última segunda-feira (25), que iniciou as apurações sobre o ocorrido. Segundo o órgão, as agressões e tumultos ocorreram durante o horário de aula e teriam sido presenciadas por estudantes.
A diretoria da escola, bem como a Secretaria Municipal de Educação (SME), foram acionadas pelo MPCE para prestar esclarecimentos sobre o caso.
As instituições deverão "verificar as medidas de acolhimento e proteção dispensadas aos alunos que possam ter presenciado o episódio, além das providências administrativas adotadas pela rede municipal de ensino".
"O Ministério Público reforça que toda criança e adolescente tem direito a um ambiente escolar seguro e protegido contra qualquer forma de violência, conforme assegura o Estatuto da Criança e do Adolescente", finalizou o MPCE, em comunicado à imprensa.
Em nota ao Diário do Nordeste, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) afirmou que também investiga o ocorrido por meio da Delegacia de Polícia Civil de Morada Nova.
"A PCCE orienta que a vítima compareça em uma unidade policial para repassar mais informações sobre o caso", escreveu a corporação.
Prefeitura de Morada Nova se pronuncia
Em nota publicada nas redes sociais, a Prefeitura de Morada Nova, por meio da Secretaria da Educação, Ciência e Tecnologia, destacou que repudia todos os episódios de violência, "especialmente situações que atinjam profissionais da educação, estudantes ou qualquer membro da comunidade escolar".
"Reafirmamos nosso compromisso com a promoção de um ambiente escolar seguro, acolhedor e pautado no respeito, no diálogo e na cultura de paz, princípios fundamentais para o fortalecimento da educação em nosso município", diz o texto.
A gestão municipal ainda salientou que segue atuando para que esse fato "não se torne apenas mais uma estatística na luta pelo respeito, valorização e segurança que os profissionais da educação merecem".
*Estagiário sob supervisão da jornalista e editora Lorena Cardoso
POSTADA POR GOMES SILVEIRA
COM INFORMAÇÕES DN
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